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VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

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VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA


A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infecto-contagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se subitamente e a evolução dessa manifestação, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido. Esta doença encontra-se erradicada no país desde o início dos anos 90, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sintomas: O período de incubação varia de 5 a 35 dias, com mais frequência entre 7 e 14 dias. Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus da poliomielite pode ser assintomática. Isso não impede sua transmissão, pois é eliminado pelas fezes e pode contaminar a água e os alimentos. Quando se manifestam, os sintomas variam de acordo com a gravidade da infecção. Nas formas não paralíticas, os sinais mais característicos são febre, mal-estar, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Na forma paralítica, quando a infecção atinge as células dos neurônios motores, além dos sintomas já citados, instala-se a flacidez muscular que afeta, em regra, um dos membros inferiores.

Diagnóstico:
O diagnóstico fundamenta-se nos sinais clínicos e em exames laboratoriais de fezes para pesquisa do vírus.
Também são importantes o exame do liquor, dos anticorpos da classe IgM e a eletroneuromiografia.
É indispensável estabelecer o diagnóstico diferencial para distinguir a poliomielite de outras doenças que também comprometem os neurônios motores.

Tratamento:

Poliomielite é uma doença de notificação compulsória ao sistema de saúde. Como em muitas infecções virais, não há tratamento específico para a doença, mas alguns cuidados são indispensáveis para controlar as complicações e reduzir a mortalidade. Entre
eles destacam-se:

* Repouso absoluto nos primeiros dias para reduzir a taxa de paralisia;

* Mudança frequente de posição do paciente na cama, que deve ter colchão
firme e apoio para os pés e a cabeça;

* Tratamento sintomático da dor, febre e dos problemas urinários e intestinais;

* Atendimento hospitalar nos casos de paralisia ou de alteração respiratória;

* Acompanhamento ortopédico e fisioterápico.

Coordenação CEI/COVEDI: Maria de Fátima Sá Guirra

Referência Técnica: Adriana Dourado
 
Equipe Técnica: Maria Mazzarello Vilaça
                         Tânia Damásio

Contatos: (71) 3116.0042/ 0033
          





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